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# <code>target</code> - alvo: este tipo de unidade é usado para agrupamento lógico de unidades. Ao invés de fazer algo, ela simplesmente referencia outras unidades, que podem ser controladas então de forma conjunta(ex: multi-user.target, é uma unidade que basicamente equivale a regra do run-level 5 no clássico SysV; ou o bluetooth.target que executa requisições  assim que o bluetooth ficar disponível e simplesmente carrega serviços relacionados ao mesmo, que por algum motivo, não precisavam ser iniciados: bluetoothe a obexd por exemplo).
 
# <code>target</code> - alvo: este tipo de unidade é usado para agrupamento lógico de unidades. Ao invés de fazer algo, ela simplesmente referencia outras unidades, que podem ser controladas então de forma conjunta(ex: multi-user.target, é uma unidade que basicamente equivale a regra do run-level 5 no clássico SysV; ou o bluetooth.target que executa requisições  assim que o bluetooth ficar disponível e simplesmente carrega serviços relacionados ao mesmo, que por algum motivo, não precisavam ser iniciados: bluetoothe a obexd por exemplo).
 
# <code>snapshot</code>: similar a unidade target, a unidade snapshot não faz nada por si so a não ser referenciar outras unidades.
 
# <code>snapshot</code>: similar a unidade target, a unidade snapshot não faz nada por si so a não ser referenciar outras unidades.
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== Características do systemd ==
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O '''systemd''' possui as seguintes características:
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* Paralelismo agressivo utilizando socket: Para aumentar o tempo de boot e o iniciar mais processos de forma paralela, o systemd cria os sockets de escuta antes de subir o serviço(daemon) e após este processo, apenas passa os sockets para eles. Todos os sockets referentes a todos os serviços são criados de uma vez durante o init, e então um segundo passo roda todos os daemons de uma vez. Se um serviço necessita outro que não está completamente pronto, acontecerá que a conexão é enfileirada no referente serviço e o cliente será bloqueado naquela requisição. Porém, apenas aquele cliente será bloqueado para aquela requisição. Desta forma, dependências entre serviços não necessitam ser configurados para uma inicialização paralelizada: todos os sockes são iniciados de uma vez, e um serviço quando precisar do outro, garantindo a conexão ao socket.
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* Ativação D-Bus para iniciar serviços: Utilizando uma ativação bus, um serviço pode ser iniciado a primeira vez que é acessado. A ativação bus requer uma mínima sincronização por requisição para iniciar os provedores e consumidores de serviços D-Bus ao mesmo tempo: iniciando um serviço ao mesmo tempo que outro, e caso um seja mais rápido, então através de ativação bus o D-Bus enfileira a requisição até que outro serviço consiga se enomear.
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* Oferece inicializar de daemons sob demanda
  
 
== Documentação do systemd ==
 
== Documentação do systemd ==

Revision as of 21:12, 28 May 2012

O systemd é um sistema de gerenciamento de serviços para o Linux, compatível com o SysV e Scripts de init LSB. Ele prove paralelização agressiva, utilizando socket e ativações D-Bus para iniciar serviços, oferece arranque de serviços sob demanda, mantém auditoria de processos através dos cgroups do Linux, suporta snapshotting e restauração de estado de sistema, mantem pontos de montagem mount e automount e implementa um elaborado sistema transacional baseado em dependências para controle lógico dos serviços. O systemd funciona como um substitudo por completo do sysvinit. Para maiores informações, assista os vídeos http://linuxconfau.blip.tv/file/4696791/ e http://www.youtube.com/watch?v=TyMLi8QF6sw

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Para administradores de sistema
Administradores de sistema podem visitar esta página, para entender como as chamadas do systemctl substituem o antigo workflow do SysVinit. Note que os comandos service e chkconfig continuarão funcionando como o esperado no mundo do systemd.

Contents

Porque o systemd?

http://0pointer.de/blog/projects/why.html - Em inglês

Introdução

O systemd inicia e supervisiona o sistema como um todo, e é baseado na notação de unidades, compostas de um tipo que correspondem a um arquivo de configuração com o mesmo nome e tipo(ex: a unidade avahi.service é um arquivo de configuração de mesmo nome, que encapsula o daemon do Avahi). Existem sete tipos diferentes de unidades. A tradução das unidades não será feita por completo, visto que elas utilizam arquivos com a extensão em inglês, em seus arquivos de configuração:

  1. service - serviço: a mais óbvia das unidades: daemons que podem ser iniciados, parados, reiniciados e recarregados.
  2. socket - socket: esta unidade encapsula um socket no sistema de arquivos ou na Internet. O systemd atualmente suporta sockets do tipo AF_INET, AF_INET6, AF_UNIX, de stream, datagrama e pacote sequencial. Também suporta os clássicos FIFOs como transporte. Cada unidade socket tem uma unidade service equivalente, que é iniciado quando a primeira conexão se iniciar ao um socket ou FIFO(ex: nscd.socket inicia o nscd.service em uma conexão de entrada).
  3. device - dispositivo: esta unidade encapsula um dispositivo na árvore de dispositivos do Linux. Se um dispositivo é marcado através de regras no udev, ele será exposto a um dispositivo de unidade no systemd. Propriedadoes configuradas com o udev podem ser utilizadas como origem de configuração par o systemd, para ajustar dependencias entre dispositivos.
  4. mount: esta unidade encapsula um ponto de montagem, na hierarquia do sistema de arquivos.
  5. automount: este tipo de unidade encapsula um ponto de montagem automático(automount) na hierarquia do sistema de arquivos. Cada unidade automount, tem uma unidade mount correspondente, que é iniciada(montada) assim que o diretório automount é acessado.
  6. target - alvo: este tipo de unidade é usado para agrupamento lógico de unidades. Ao invés de fazer algo, ela simplesmente referencia outras unidades, que podem ser controladas então de forma conjunta(ex: multi-user.target, é uma unidade que basicamente equivale a regra do run-level 5 no clássico SysV; ou o bluetooth.target que executa requisições assim que o bluetooth ficar disponível e simplesmente carrega serviços relacionados ao mesmo, que por algum motivo, não precisavam ser iniciados: bluetoothe a obexd por exemplo).
  7. snapshot: similar a unidade target, a unidade snapshot não faz nada por si so a não ser referenciar outras unidades.


Características do systemd

O systemd possui as seguintes características:

  • Paralelismo agressivo utilizando socket: Para aumentar o tempo de boot e o iniciar mais processos de forma paralela, o systemd cria os sockets de escuta antes de subir o serviço(daemon) e após este processo, apenas passa os sockets para eles. Todos os sockets referentes a todos os serviços são criados de uma vez durante o init, e então um segundo passo roda todos os daemons de uma vez. Se um serviço necessita outro que não está completamente pronto, acontecerá que a conexão é enfileirada no referente serviço e o cliente será bloqueado naquela requisição. Porém, apenas aquele cliente será bloqueado para aquela requisição. Desta forma, dependências entre serviços não necessitam ser configurados para uma inicialização paralelizada: todos os sockes são iniciados de uma vez, e um serviço quando precisar do outro, garantindo a conexão ao socket.
  • Ativação D-Bus para iniciar serviços: Utilizando uma ativação bus, um serviço pode ser iniciado a primeira vez que é acessado. A ativação bus requer uma mínima sincronização por requisição para iniciar os provedores e consumidores de serviços D-Bus ao mesmo tempo: iniciando um serviço ao mesmo tempo que outro, e caso um seja mais rápido, então através de ativação bus o D-Bus enfileira a requisição até que outro serviço consiga se enomear.
  • Oferece inicializar de daemons sob demanda

Documentação do systemd

O systemd possui uma documentação extensa(em inglês) no seguinte link:

http://0pointer.de/blog/projects/systemd-docs.html

Páginas de documentação(man)

O sytemd possui uma documentação extensa, incluindo várias páginas de manual. Uma versão web pode ser encontrada em:

http://0pointer.de/public/systemd-man/

Referências