From Fedora Project Wiki
Infrastructure InfrastructureTeamN1.png

Puppet

NOTA: A curva aprendizado do Puppet é maior do que outras tecnologias com o mesmo potencial . Neste caso, a comunidade Fedora está migrando de Puppet para Ansible. Consulte a documentação migrated.

Introdução

Puppet é um sistema de gerenciamento de configurações atualmente avaliado pela Fedora para sua infraestrutura. Esta página descreve sua implementação e, embora seja específica para o Fedora, é uma configuração padrão e deve ser aplicável à maioria dos ambientes.

Veja também o SOP

Arquivos Importantes / Localizações

Puppet Master (server):

  • /etc/puppet - Informações básicas de configuração do Puppet
  • /etc/puppet/manifests - Mapeamento de configuração do node
  • /etc/puppet/manifests/filetypes/* - Várias definições de tipo de arquivo
  • /etc/puppet/manifests/nodes/* - Lista de servidores e quais classes[1] usam
  • /etc/puppet/manifests/server-groups - Serviços de mapas com um tipo de servidor
  • /etc/puppet/manifests/service-types - Contém cada serviço e o que é necessário para esse serviço
  • /etc/puppet/manifests/site.pp - Contém o arquivo de configuração 'root' que inclui outros arquivos de configuração
  • /var/lib/puppet/ - Arquivos Puppet
  • /var/lib/puppet/config - Arquivos de configuração para nodes atuais (eg httpd.conf)
  • /etc/lib/puppet/bucket - Backup de arquivos de configuração sobrepostos

Puppet client

  • /etc/puppet - Informações básicas de configuração
  • /etc/sysconfig/puppet - Definições de inicialização do Puppet

Puppet CVS

  • /cvs/puppet - puppet cvs
  • /cvs/private - Private information (keys, passwords, etc)

[1] No Puppet, as classes são semelhantes aos templates. Isto é, uma classe pode conter outra classe. Em nosso caso, por exemplo, vamos tomar um account system (sistema de contas). Nos servidores proxy, exigimos uma seção de configuração para ProxyPass/accounts/ para os servidores de aplicativos. Esse account system está em uma classe que herda propriedades da classe http. A classe http exige que o httpd seja instalado e o tipo de arquivo de configuração que estamos usando, no caso o apacheconfig, exige que o httpd seja reiniciado sempre que um arquivo de configuração for implantado. Esta classe de sistema de contas é, por sua vez, colocada na classe proxy. Em seguida, proxy1 e o proxy2 usam a classe "proxy", que contém a classe account, que contém a classe httpd. Dê uma olhada nos arquivos de configuração para ver isso em ação.

Configuração do Node

O node neste contexto refere-se a um servidor que desejamos gerenciar com o Puppet e não o servidor masterdo Puppet. Para os propósitos deste exemplo, usaremos um novo servidor "proxy3".

  1. Construa o proxy3
  2. Instale o ruby
  3. Instale o facter e o puppet a partir do EPEL
  4. Modifique o /etc/sysconfig/puppet: PUPPET_SERVER=puppet
  5. chkconfig puppet on
  6. /etc/init.d/puppet start

Isso fará com que o Puppet seja iniciado e entre em contato com puppet1 para obter uma lista de arquivos. Isso também enviará uma solicitação de certificado para o servidor. Neste momento, não são alterados os arquivos de configuração. Isso ocorre porque o puppet1 tem que dar acesso ao proxy 3.

Para permitir que o servidor faça logon para puppet1 e execute puppetca:

proxy3.fedora.phx.redhat.com
Signed: proxy3.fedora.phx.redhat.com

Agora loggue no puppet1 e adicione o proxy3 em /etc/puppet/manifests/nodes/proxy3.fedora.phx.redhat.com.pp

Feito isso, a comunicação entre o node e o servidor estará pronta.

Server Side

O server side os things já está configurado. Consulte os Files/Locations Importantes acima para obter mais detalhes sobre onde estão os arquivos de configuração. Na nossa configuração, mudamos de um modelo de gerenciamento centrado no servidor para um modelo centrado no serviço. Isso foi feito para facilitar o gerenciamento. Por exemplo, o Fedora Account System contém algumas demandas em vários servidores. No sistema de configuração anterior, vários arquivos de vários grupos de servidores e a relação entre eles não eram claros. Nesta nova configuração, temos um arquivo no diretório de grupos de serviços que contém as configurações de proxy, configurações de aplicativos e configurações de db.

Adicionando um arquivo

Há alguns passos recomendados para adicionar um arquivo no puppet. Por exemplo:

  1. Confira a configuração atual
  2. Adicione o arquivo de configuração
  3. Adicione a configuração do manifests (diga ao Puppet onde seu arquivo deve terminar e que tipo de arquivo é)
  4. confirme os arquivos
  5. Execute "make install" no diretório de configuração e "make install" no diretório do manifests.
  6. Verifique o novo arquivo no cliente

Adicionar novos arquivos é fácil, basta coloca-los em /var/lib/ puppet/config/ em algum lugar que faça sentido, por exemplo, todos os arquivos da web estão em ./web/ . Uma vez feito isso, você precisará adicionar seu arquivo em /etc/puppet /manifests/service-group . Neste exemplo, estaremos discutindo o nagios (ainda não implementado, mas será em breve).

class nagios {
package { nagios:
}

nagiosfile { '/etc/nagios/':
source => "nagios/",
ensure => directory,
recurse => true

service { nagios:
ensure => true,
subscribe => [ package["nagios"]   
}
}

class nagios-proxy inherits httpd {
apachefile { "/etc/httpd/conf.d/admin.fedoraproject.org/nagios.conf":
source => "web/nagios-proxy.conf"
}
}

Existem aqui 3 classes. A primeira define uma classe genérica do nagios. É usado para certificar-se de que qualquer coisa que seja herdada exigirá que nagios seja instalado e, assim, reiniciará o nagios quando um arquivo de configuração for alterado. Em seguida, o arquivo nagios-proxy herda o httpd (definido em um arquivo de configuração diferente). Ao herdar o httpd, estamos dizendo que, sempre que os arquivos nagios-proxy for instalado, também precisará ter o http. Ao especificar o arquivo apache, estamos dizendo ao Puppet para reiniciar o httpd se a configuração tiver mudado. Fazemos o mesmo com "nagiosfile", que é definido em /etc/puppet/manifests/filetypes. Um exemplo seria:

define nagiosfile(owner = root, group = nagios, mode = 664, source,
backup = main, recurse = false, ensure = file) {
file { $name:
mode => $mode,
owner => $owner,
group => $group,
backup => $backup,
recurse => $recurse,
notify => service[nagios] ,
ensure => $ensure,
source => "puppet://$server/config/$source"
}
}

The notify=>service[nagios] significa que sempre que um configfile do tipo "nagiosfile" for implantado, o serviço nagios será reiniciado.

A partir deste ponto você pode especificar quais os nodes incluem quais classes. Os servidores proxy incluem "nagios-proxy", onde o servidor nagios real incluiria "nagios".

Para verificar se suas alterações estão sintaticamente corretas, você poderá reiniciar o Puppet master com:

service puppetmaster restart

O cliente verifica a cada meia hora. Se você deseja verificar imediatamente as alterações, apenas execute:

/etc/init.d/puppet restart; tail -f /var/log/messages